Táxi voador já não é coisa do futuro

taxi voador

Deverá começar em julho uma nova experiência humana na área dos transportes. Dubai já tem a legislação para operar o primeiro táxi voador do mundo. Trata-se de um drone autônomo e individual para o transporte de passageiros pela rica cidade dos Emirados Árabes Unidos.

Com a experiência inovadora, Dubai pretende ser uma das primeiras cidades futuristas ao estruturar um amplo programa de automatização do transporte público.
O aparelho foi construído pelo fabricante chinês de drones EHang, que já havia apresentado o veículo voador em uma feira em Las Vegas (EUA) no ano passado. O anúncio do táxi aéreo foi feito durante evento que reuniu recentemente lideres mundiais naquela cidade.

 

O Ehang 184, uma espécie de quadricóptero, tem autonomia para percorrer trajetos de 50 quilômetros – ou meia hora a uma velocidade média de 60 km/h. O modelo é capaz de transportar uma carga de cerca de 117 quilos, suficiente para transportar uma pessoa e sua mala.

Ao optar pelo serviço, o passageiro deverá informar apenas o endereço em uma tela de cristal líquido no painel do aparelho. O acionamento do táxi aéreo se dará por meio de aplicativo no celular. Uma central ficará com o controle remoto e orientará o pouso, intervindo também em situações de emergência.

Para quem duvida da operação, o diretor da agência de transportes de Dubai, Mattar L-Tayer, afirmou a agências internacionais que testes já foram realizados e aprovados. “Não é um protótipo”, assegurou ele. Com as hélices retraídas, o aparelho cabe em uma vaga de estacionamento para carros.

Desde o desenvolvimento dos drones na última década, principalmente, para uso militar, a utilização desses aparelhos vem sendo cogitada em vários segmentos econômicos. Empresas como a Amazon realizam testes de entrega de encomendas via aparelhos voadores teleguiados.

O objetivo é agilizar os serviços de transporte em uma era da nova economia.
Experiências como a de Dubai mostram que o transporte do futuro vai virar realidade em pouco tempo, saindo do campo da ficção.

 

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