Nissan vende seu negócio de baterias para grupo chinês

Nissan vende seu negócio de baterias

A Nissan anunciou a venda da Automotive Energy Supply Corporation (AESC) para o grupo chinês GSR Capital. A negociação também envolve as operações de fabricação de baterias em Smyrna, Tennessee, de propriedade da Nissan dos Estados Unidos e em Sunderland, na Inglaterra, de propriedade da Nissan Motor do Reino Unido.

A NEC, que detinha participação minoritária combinada de 49% na empresa, aprovou a venda e vai transferir sua participação para a Nissan completar o negócio. Não foram divulgados valores da transação, mas o valor estimado da AESC pode superar a casa de um bilhão de dólares.

Os ativos vendidos para a GSR também incluirão parte das operações japonesas de desenvolvimento de bateria e produção da Nissan, localizadas em Oppama, Atsugi e Zama.

Hiroto Saikawa, presidente e diretor executivo da Nissan, disse: “Este é um win-win para a AESC e a Nissan. Permite à AESC utilizar as amplas redes da GSR e o investimento proativo para expandir sua base de clientes e aumentar sua competitividade. Por sua vez, Isso aumentará ainda mais a competitividade de EV da Nissan. A AESC continuará a ser um parceiro muito importante para a Nissan enquanto aprofundamos nosso foco em projetar e produzir veículos elétricos líderes de mercado”.

A GSR Capital deu um passo importante na nova cadeia da indústria de veículos energéticos e planeja investir ainda mais em P&D, expandir a capacidade de produção existente nos EUA, Reino Unido e Japão, além de estabelecer novas instalações na China e na Europa.

A força de trabalho em todas as instalações abrangidas pelo negócio, incluindo as fábricas de produção em Zama, Sunderland e Smyrna, continuará a ser empregada. A sede e os centros de desenvolvimento do negócio permanecerão no Japão.

O mercado dos veículos elétricos é um dos maiores interesses da China para os próximos anos, depois de Pequim ter apelado às suas fabricantes automóveis que dupliquem a capacidade de produção de baterias elétricas até 2020.

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