Librelato prevê crescer mais que o mercado de implementos

Librelato projeta crescimento acima do mercado de implementos

Desde a última Fenatran, a principal feira de transporte rodoviário de carga do Brasil, que aconteceu em outubro do ano passado, o mercado de caminhões mudou de ânimo. Os reflexos positivos e bons negócios realizados durante o evento são sentidos principalmente neste início de ano. De acordo com José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato, o segmento de caminhões pesados potencializa o mercado de implementos rodoviários. “Estamos em uma trajetória de crescimento que se mostra consistente e sustentável”, afirma o executivo.

 

 

 Para Sprícigo, 2018 começou com negócios mais acelerados no setor por duas razões: “Há maior confiança dos transportadores no momento econômico do País e, também, é preciso considerar que milhares de empresas que adiaram a renovação da frota não podem mais esperar”.  

 A despeito da crise, a Librelato fechou 2017 com expansão nos negócios. A empresa registrou um crescimento da ordem de 10,6%. Para este ano, a empresa projeta que o mercado de implementos terá expansão de 20% sobre o ano passado e os produtos da marca seguirão sua trajetória de inovação, crescendo mais do que o mercado. “Já aumentamos nossa capacidade produtiva em 45% com a inauguração de uma nova unidade de produção em dezembro de 2017 e de melhorias em processos industriais. Com isso nossa capacidade anual saltou para sete mil implementos. Entretanto, temos que considerar duas variáveis importantes: eleições e Copa do Mundo da Rússia”, afirma Sprícigo.

 Outro negócio em franca expansão são as exportações da Librelato. A empresa foi uma das pioneiras entre as implementadoras nacionais a explorar de maneira sistemática e profissional as potencialidades de mercados que demandam produtos de alta tecnologia e comprovada eficiência logística. Atualmente, países como Chile, Paraguai, Uruguai e Bolívia representam os principais destinos dos produtos da marca. Mas novos negócios começam a aparecer também no Peru, Colômbia, Angola e em países da América Central. “Iniciamos nosso processo de internacionalização em 2012, e como nossos produtos asseguram alta qualidade e um pós-venda extremamente eficiente, cada vez mais frotistas latino-americanos e africanos demonstram grande interesse por nossas carretas”, destaca Sprícigo.

 Para o CEO da Librelato, tanto no Brasil como na América Latina, assim como também em alguns países africanos, segmentos como o agronegócio, mineração, madeireiro e o de combustíveis serão os grandes responsáveis pela recuperação do mercado de implementos nos próximos anos. “Nossos estudos já apontavam que estes setores seriam os primeiros a reagirem no Brasil, por isso realizamos maciços investimentos para oferecermos produtos com alta tecnologia e que permitem uma logística cada vez mais eficiente”, afirma o executivo.

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