Indústria química aumenta participação nos resultados da JSL

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O setor químico tem ocupado uma parcela importante na composição da receita bruta da operadora logística JSL. Em sua última divulgação de resultados, referente ao primeiro trimestre de 2018, o setor químico registrou fatia de 9% na composição da receita bruta de serviços dos últimos 12 meses do segmento de logística, superior aos 8,9% atingidos no ano de 2017. Ainda nesse primeiro trimestre de 2018, a receita bruta total de serviços foi de R$ 1,1 bilhão – um crescimento de 12% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a empresa, a melhora está diretamente ligada à retomada da economia, que já vem sendo percebida desde o último trimestre de 2017. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), de janeiro a março de 2018, o índice de vendas internas do setor cresceu 3%, se comparado com o mesmo período do ano passado. Já a produção caiu 8% no primeiro trimestre deste ano, mas pode ser explicada pelas paradas programadas e não programadas para manutenções das fábricas, sobretudo, na região Nordeste do país – incluindo os efeitos e impactos causados pelo importante apagão do dia 21 de março que atingiu o norte e nordeste.

Segundo Adriano Thiele, COO da JSL, mesmo com a economia ainda em pé de retomada a JSL vem se desenvolvendo em vários segmentos. “Somos uma empresa diversificada, já que trabalhamos em 16 setores da economia brasileira. Diante disso, ficamos menos expostos nesses momentos que a economia vai mal ou está em processo de retomada. Mesmo na crise, alguns setores vão bem, caso do setor químico, e compensam o fraco desempenho de outros”.

A JSL mantém foco nas demandas específicas de seus clientes e oferece soluções logísticas de forma integrada e customizada para cliente de diferentes setores da economia.

A empresa tem investido em novas tecnologias para aprimorar os sistemas de rastreamento de cargas, telemetria embarcada nos caminhões – que auxilia no desenvolvimento de relatórios operacionais sobre a forma de condução do motorista, para redução de custos, principalmente com combustível e manutenção do veículo – e aumento da segurança das operações.

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