O design e engenharia Scania atuam para melhorar a produtividade

nova geração de caminhões Scania

Já faz tempo que dirigir caminhão era enfadonho para quem não tinha familiaridade com veículos de grandes dimensões movidos a motores barulhentos e fumacentos – uma imagem que vai ficando cada vez mais no passado. Com a evolução tecnológica, guiar uma carreta ficou tão fácil quanto brincar com um carrinho de brinquedo, tamanha facilidade e precisão dos instrumentos, troca de marchas automáticas e conforto na cabine.

Painel da nova geração de caminhões Scania

A nova geração de caminhões Scania aumenta essa impressão de se estar numa sala de casa do que num caminhão. Além de facilitar ainda mais a dirigibilidade, as novas cabinas,tanto as de teto baixo e alto, aumentam a sensação de prazer.

Todo o desenvolvimento do produto é feito a partir e para o motorista, que, como menor esforço e maior prazer de direção, amplia muito a produtividade de toda a indústria da operação do transporte.

Cabine da nova geração de caminhões Scania

A Scania disponibilizou 28 veículos, entre médios, pesados e extrapesados para testes de jornalistas, clientes e concessionários na Base Aérea de Santos, que conta com uma grande área subaproveitada no município do Guarujá. Foi ali que pudemos ver, em circuitos que misturam terra e asfalto, que conduzimos essas máquinas fantásticas, cujas dimensões impressionam ao primeiro contato.

O veículo, tanto no barro quanto no asfalto, deixa uma marca positiva por seu comportamento seguro. A única precaução é não se esquecer das dimensões e do peso. São tantas as facilidades, que logo você se esquece que se está transportando até 70 mil toneladas.

Do ajuste de volante, dos assentos, dos retrovisores, a cabine do novo Scania “acolhe” o motorista e seu carona. Nesta nova geração, as colunas laterais, entre o para-brisa e as portas, foram reduzidas, ampliando o campo de visão frontal e lateral. O painel foi rebaixado. Com o banco do motorista deslocado mais à esquerda, controles de vidros, ajustes de espelho e luz passaram do painel para o braço da porta, num incrível trabalho de ergonomia.

Nas cabines de teto alto, topo de linha na cabine S, é possível se andar em pé. Do piso ao teto, elas têm mais de 2 metros de altura. No compartimento da cama, aumentou-se o volume para o armazenamento de itens do condutor ou condutores, parecendo mais um guarda-roupas desses que a gente tem em casa.

Por fora, chama atenção os detalhes da nova grade que compõe a identidade da Scania. Os faróis dianteiros foram redesenhados, os para-choques realinhados, compondo o já lindo visual dos cavalos mecânicos e dos caminhões da marca. Tamanho esmero no acabamento rendeu à nova geração diversos prêmios para a montadora na Europa.

Para diminuir o arrasto, todos os acessórios, como o tradicional quebra-sol externo nas cabines Scania, foram eliminados. Defletores de teto agora podem ter ajustes conforme a aplicação. Junções frontais, entre a grande e a cabine, ganharam revestimento interno, tudo para melhorar a aerodinâmica que implica redução de consumo.

Para diminuir o arrasto dos cavalos-mecânicos, a Scania também reduziu a distância entre a carreta e o cavalo.  Com isso, existe menor turbulência na junção, havendo maior economia de combustível.  

De sete opções, a Scania passará para 19 tipos de combinações de cabine com alternativas de teto baixo, normal e alto. Para as 28 aplicações do transporte que identifica no transporte brasileiro, a montadora oferecerá até 500 tipos de configurações dos veículos em sua linha.

 Com todas as mudanças de motorização, design e aerodinâmica, a Scania prevê que a nova geração possa alcançar uma economia de combustível de 12%. Os serviços de conectividade e manutenção também são essenciais para que os operadores atinjam o resultado na medida em que terão maior disponibilidade da frota.

Os motores também foram retrabalhados pela Scania, assim como as caixas automatizadas com trocadas mais eficientes. Os motores foram desenvolvidos com tecnologia de alta pressão de injeção de diesel para maior rendimento e menor consumo. Os freios ganharam o sistema lay shaft brake, facilitando operações em subidas e descidas.

Todos com a necessidade do Arla 32, a nova geração conta com quatro tipos de motores. São eles de 7 litros (220, 250 e 280 cavalos), 9 litros (280, 320 e 360 cv), 13 litros (410, 450, 500 e 540 cv) e 16 litros (V8 de 620 cv).

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